segunda-feira, 13 de julho de 2009

... monde des rêves

Entregue aos braços do deus pagão que me despe a armadura e me desmonta a estrutura, de joelhos, ofereço minha devoção.
É meu dever à divindade, se foi sua respiração que me trouxe à vida, como se já não bastasse o atrevimento em despertar o antigo demônio em mim.
Lábios cautelosos entoam os sortilégios que unem mundos e labaredas grandiosas nessa clareira de meus dias!
Taça e lâmina em um só corpo, ancestral alquimia que o vinho refina, pulsando a música que seletas almas compartilham.
Unhas, dentes e carne! Ah, existe ferocidade sem um pingo de maldade....

;)

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