Ratos, baratas e outras coisas que vivem de sobras... e que vão dominar o mundo. *Não me julgue: nada disso é real!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Black Box
Numa fortuna bizarra, algo divino se mostra, não há como negar.
Entre tanto nada uma pedra no caminho, às vezes, parece um oásis.
"Poderia ser pior" já não consola... poderia ser melhor.
"o que não me mata, me fortalece"...dentro da fortaleza do meu ser, sinto tão cansada.
A luta um dia acaba... sempre antes pra quem amamos, sempre tarde... pra tantas coisas.
Imagine.
"A arte é sempre libertária"
Entre tanto nada uma pedra no caminho, às vezes, parece um oásis.
"Poderia ser pior" já não consola... poderia ser melhor.
"o que não me mata, me fortalece"...dentro da fortaleza do meu ser, sinto tão cansada.
A luta um dia acaba... sempre antes pra quem amamos, sempre tarde... pra tantas coisas.
Imagine.
"A arte é sempre libertária"
"Trouble is my middle name
But in the end I'm not too bad"
But in the end I'm not too bad"
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Black Box
Símbolo de infinita perfeição
É apenas a alma desta flor,
Edificada na morada da dor,
Brota infimamente ressurreição.
Banhada por lagrimas e silêncio
em noites solitárias
derramadas pelo mundo.
Quietude de significados plenos
Intercalados por um murmúrio do vento
E fumaça rodopiando rosas de um incenso.
É apenas a alma desta flor,
Edificada na morada da dor,
Brota infimamente ressurreição.
Banhada por lagrimas e silêncio
em noites solitárias
derramadas pelo mundo.
Quietude de significados plenos
Intercalados por um murmúrio do vento
E fumaça rodopiando rosas de um incenso.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Em Nome do Pai
Estação das Brumas - http://estacao-das-brumas.lyrics-songs.com/
by Rafael Oliveda
As folhas caem se espalhando pelo chão...
Com a brisa que te abraça sem parar
Suas flores morrerão com o verão...
Levo outras quando for te visitar
A carcaça apodrecida estende a mão...
Para o seu filho que não para de chorar
Com arames esmagando o coração...
Em minha mesa ninguém toma o seu lugar
Bosta e caviar...
Me abrace, me beije mas faça parar...
Me bata, me cuspa mas faça parar...
As baratas vigiam quem dorme no chão
Um diário mentiroso me contou...
Que ainda é possível te encontrar
Na verdade um jovem hippie publicou...
Nunca vi tanta besteira para rasgar
by Rafael Oliveda
As folhas caem se espalhando pelo chão...
Com a brisa que te abraça sem parar
Suas flores morrerão com o verão...
Levo outras quando for te visitar
A carcaça apodrecida estende a mão...
Para o seu filho que não para de chorar
Com arames esmagando o coração...
Em minha mesa ninguém toma o seu lugar
Bosta e caviar...
Me abrace, me beije mas faça parar...
Me bata, me cuspa mas faça parar...
As baratas vigiam quem dorme no chão
Um diário mentiroso me contou...
Que ainda é possível te encontrar
Na verdade um jovem hippie publicou...
Nunca vi tanta besteira para rasgar
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Arrisquei estancar, mas era tanto que não era sensato suportar. Parti feliz quando tanto vazio fez uma solitária lagrima voltar.
Resguardo este espaço de momentos onde não quero - ou sustento - mais nada.
Renuncio a realidade e traço objetivos como quem morre, essa lágrima trouxe consigo um último desejo... De que tudo fique longe, e por fim se apaga a ultima luz neste olhar que daqui para a frente estará sempre fechado.
Vi claramente, tantas vezes, o próprio senhor das moscas titereiando estas máscaras que agora rejeito acompanhar uma novela que em círculos sempre se renova.
...e sobre o anterior questionamento, escolho matar a alma e continuar vivendo.
O Deus-Verme
Augusto dos Anjos
Fator universal do transformismo.
Filho da teleológica matéria,
Na superabundância ou na miséria,
Verme - é o seu nome obscuro de batismo.
Jamais emprega o acérrimo exorcismo
Em sua diária ocupação funérea,
E vive em contubérnio com a bactéria,
Livre das roupas do antropomorfismo.
Almoça a podridão das drupas agras,
Janta hidrôpicos, rói vísceras magras
E dos defuntos novos incha a mão...
Ah! Para ele é que a carne podre fica,
E no inventário da matéria rica
Cabe aos seus filhos a maior porção!
+ William Golding - o senhor das moscas (livro pdf - 4shared link) (Wikipédia)
+ "Senhor das Moscas" (Wikipédia)
Resguardo este espaço de momentos onde não quero - ou sustento - mais nada.
Renuncio a realidade e traço objetivos como quem morre, essa lágrima trouxe consigo um último desejo... De que tudo fique longe, e por fim se apaga a ultima luz neste olhar que daqui para a frente estará sempre fechado.
Vi claramente, tantas vezes, o próprio senhor das moscas titereiando estas máscaras que agora rejeito acompanhar uma novela que em círculos sempre se renova.
...e sobre o anterior questionamento, escolho matar a alma e continuar vivendo.
O Deus-Verme
Augusto dos Anjos
Fator universal do transformismo.
Filho da teleológica matéria,
Na superabundância ou na miséria,
Verme - é o seu nome obscuro de batismo.
Jamais emprega o acérrimo exorcismo
Em sua diária ocupação funérea,
E vive em contubérnio com a bactéria,
Livre das roupas do antropomorfismo.
Almoça a podridão das drupas agras,
Janta hidrôpicos, rói vísceras magras
E dos defuntos novos incha a mão...
Ah! Para ele é que a carne podre fica,
E no inventário da matéria rica
Cabe aos seus filhos a maior porção!
+ William Golding - o senhor das moscas (livro pdf - 4shared link) (Wikipédia)
+ "Senhor das Moscas" (Wikipédia)
black box
Essa foi boa, uma cilada, dessas que achei que já estava salva, e me vi guiada por uma aspiração alienada.
Um anseio demente e oposta calmaria apascentada... E descoberta, a fraqueza se desmancha prostrada. Apenas não era nada e a esperança cala e jaz resignada.
“Sombras da morte que insistem em nos levar, peço que esta noite eu não possa mais voltar”.
Um anseio demente e oposta calmaria apascentada... E descoberta, a fraqueza se desmancha prostrada. Apenas não era nada e a esperança cala e jaz resignada.
“Sombras da morte que insistem em nos levar, peço que esta noite eu não possa mais voltar”.
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